Google: os PC de secretária vão ser irrelevantes daqui a três anos - Exame Informática

Google: os PC de secretária vão ser irrelevantes daqui a três anos

O "patrão" da Google na Europa disse que dentro de três anos os dispositivos móveis vão ser o suporte principal de acesso a conteúdos e a entretenimento.

05/03/2010 10:29:44

 

A opinião de John Herlihy foi expressa na conferência Digital Landscapes, que decorreu na Irlanda, notícia o The Register. O vice-presidente da Google e responsável máximo da empresa na Europa é da opinião que a entrada da Google no mercado dos telemóveis através do Android veio reforçar a missão da empresa: "tornar a informação universal".

Segundo Herlihy, "os computadores de secretária vão ser irrelevantes dentro de três anos". Para justificar esta opinião, o responsável da Google referiu que "no Japão a maioria da pesquisa já é feita através de smartphones e não de PCs".

Está de acordo com esta opinião? Acha que os utilizadores vão-se converter totalmente aos pequenos dispositivos mesmo para acesso ao entretenimento? Ou, pelo contrário, pensa que os ecrãs de maior dimensão vão continuar a atrair os utilizadores?

Palavras-chave do artigo
android, google, smartphones

Deixe o seu comentário

Ordenar por:
Mostrar

TOWERS.

Quem Precisa De Um Teclado Profissional, Só Perde Espaço Ao Usar Um LAPTOP.

Quem Precisa De Um Rato Profissional, Não Gosta De Usar LAPTOPS.

THINK BIG; Quem Não Gosta De Ser Roubado Ao Comprar Hardware Proprietário, Vai Comprar Um BIG TOWER.

0 Voto
Mostrar

Re: TOWERS.

tens toda a razao

0 Voto
Mostrar

É possível mas demasiado improvável...

Como já disse numa outra noticia, o tamanho é o maior inimigo dos dispositivos móveis.
Por mais tecnologia que se consiga desenvolver para aparelhos pequenos, um aparelho de maior tamanho terá sempre possibilidade de ultrapassar essa performance. Não é preciso ser muito inteligente, nem perceber de tecnologia para entender isso.

Por muitos anos, tentaram-nos fazer acreditar que um portátil poderia ultrapassar a velocidade de um desktop, quando na verdade, na mesma geração e para preços iguais, isso nunca aconteceu.

O aumento de vendas de portáteis, significa que as pessoas têm de trocar de computador mais vezes, porque não é possível fazer grandes upgrades, ao contrário dos PC's de secretária...

Para quem precisa de grandes níveis de processamento, não vai comprar portáteis, mas sim as típicas torres. O Computador de secretária nunca vai ser irrelevante, porque neste caso, o tamanho conta.

0 Voto
Mostrar

Talvez sim, talvez não...

Fazer futurologia, principalmente nesta área, é sempre um tiro no escuro.
Na maioria das vezes, "afirmações" destas têm sempre algum outro motivo, interesse ou objectivo, quanto mais não seja, por questões de marketing...

Existem no mínimo duas abordagens distintas, a meu ver: o acesso a conteúdos, e a utilização de software (produtividade, desenvolvimento, etc.).

É cada vez mais evidente que a massificação de todo o género de conteúdos está a fazer com que o mecanismo de acesso seja relegado para segundo plano - smartphones, TV's, MID's e semelhantes têm vindo a assumir funções que até à pouco tempo estavam restritas a desktops ou portáteis.
Penso que a evolução passará pela disponibilização omnipresente via web de todos os conteúdos, "always on" e com total independência do hardware usado para acesso.

Vendo as coisas pela segunda abordagem, é também evidente que o desktop/portátil vai continuar a existir por muitos e bons anos - ainda que o formato possa mudar radicalmente, por via de novas tecnologias hoje ainda na infância.

Primeiro porque sempre existiram e continuarão a existir utilizadores para os quais a potência de um computador, cpu, ou gráfica nunca é demais. E depois, porque uma das funções primordiais de um computador, para que o usa numa verstente mais séria, é a utilização de software, que por si só também requer mais e mais poder de processamento, a cada nova versão. Basta testarem a versão beta do Visual Studio 2010, por exemplo ;-)

Para cada abordagem existirão dispositvos com características específicas muito próprias, dependendo directamente do uso final do mesmo.
E vão existir, com certeza, aqueles dispositivos híbridos que vão tentar juntar o melhor dos dois mundos...

É claro que o Google está a tentar levar as coisas para o lado deles, tentando forçar a passagem da mensagem "esqueçam um SO pesado de lento, esqueçam o desktop e a instalação de aplicações: guardem, consultem e executem tudo na Web!" - nem de propósito, ontem anunciaram a compra de mais um empresa de software, desta vez de edição de imagem online.

Eu faria o mesmo! Há que zelar pelo negócio ;-)
cumps!

0 Voto
Mostrar

Re: Talvez sim, talvez não...

Grande comentário! deixem-me dar-lhe os parabéns não podia estar mais de acordo e em todos parâmetros!

0 Voto
Mostrar

Re: Talvez sim, talvez não...

Plenamente de acordo!
A notícia talvez seja verdade para o comum utilizador que utiliza o seu computador para criar pequenos documentos, ter acesso a conteúdos e para quem privilegie a mobilidade. Por outro lado, quem passa horas a fio em frente ao computador e a capacidade de processamento seja fulcral, então a opção será durante mais uns quantos anos o desktop. E isso acontece porque, pelo mesmo preço, continuaremos a ter durante mais uns anos, maior capacidade de processamento. Isso não significa que quem tem desktop não compre um portátil.
Como alguém disse, para já e durante mais do que 3 anos, o tamanho interessa!

0 Voto
Mostrar

não acredito

os pequenos aparelhos estão a conquistar espaço vazio existente, sim, pela comodidade de uso no acesso a informação e portabilidade mas, para trabalhar ou produzir informação, é quase impossível pois não são ergonómicos. Daí a substituirem os lap ou desktops, mais cómodos para se trabalhar....

0 Voto
Mostrar

Eu acredito

Os PCs de secretária vão continuar, sem dúvida, porque permitem ter alto desempenho (para jogos, edição de vídeo/audio, outros renderings pesados) por um custo relativamente baixo custo, quando comparado com outras plataformas.

Mas a esmagadora maioria dos utilizadores usam o dispositivo (PC, laptop ou smartphone) para navegar, enviar/receber mails, portais sociais, video-conferencias, jogos de browser (nao entendo o sucesso do farmville e outros), etc etc

Para tais tarefas, toda a gente prefere um dispositivo compacto e leve que possam usar na cama, na casa de banho, no metro, no comboio, de férias, .etc

Torna-se entáo óbvio que os PCs de secretária vão ficar reservados a poucas e especificas aplicações. Grandes empresas generalistas como a Google não vão perder tempo em dispositivos em desuso.

Assim que sair um tablet de sistema aberto linux, já nem para programar usarei um desktop.

0 Voto
Mostrar

Porquê duvidar?

A velocidade a que isto está a evoluir não me admiraria nada.
Basta olhar para o que tem vindo a acontecer e juntar os factos:

- os portugueses descobriram uma película capaz transformar praticamente qualquer superfície num ecrã táctil.

- Os portáteis são cada vez mais poderosos com o desempenho destes a aproximar-se cada vez mais ao dos desktops.

- A tendência é o de ter cada vez mas desempenho com consumos energéticos cada vez mais baixos (um desktop tem consumos energéticos bem superiores a de um laptop)

- A IBM anunciou recentemente que tem uma pesquisa com o objectivo de transformar os chips com circuítos de cobre em circuitos de luz capaz ampliar centenas de vezes o processamento dos computadores actuais. (De certeza mais empresas têm pesquisas semelhantes)

Com isto não me surpreendia em nada que daqui há nada passássemos a ter teclados feitos a partir dessa película desberta pelos portugueses, ligadas a pequenas boxes como se fossem laptops sem teclado nem ecrã. Ligadas a essas boxes teríamos como ecrã outra película com tamanhos decentes como a dos monitores entre 19 e 30" (ou maiores...).
Com isto conseguem-se grandes desempenhos com muito menos consumo.

Há 3 anos os laptops não tinham o desempenho que têm hoje, logo o desktop tinha maior presença entre os utilizadores. Hoje, o desktop continua com presença mas o laptop está não só mais presente como está mais poderoso. Daqui há 3 anos não ficaria surpreendido que o laptop "roubasse" ainda mais espaço ao desktop.

Quanto ao upgrade dos portateis... há 3 anos não era evidente que seria possível comprar um personalizado. Hojé é, embora não como a de um desktop. Daqui há 3 anos quem disse que as coisas vão continuar assim?

Entao, porquê duvidar?

0 Voto
Mostrar

Re: Google: os PC de secretária vão ser irrelevant

e tenho a certeza que os programadores da google vão criar todas as linhas de código num nexus one e todo o trabálho gráfico num netbook de 11" com o google os.
pagava para ver.

p.s. já para não falar nos gamers

0 Voto
Mostrar

Re: Google: os PC de secretária vão ser irrelevant

A noticia fala no acesso a informação através da internet, pesquisas, redes sociais, jornais, esse tipo de coisas, não de desenvolvimento de software e de jogar.

Cumprimentos,
Bruno

0 Voto
Mostrar

Re: Google: os PC de secretária vão ser irrelevant

apresentou uma justificação relacionada com o acesso à informação em aparelhos móveis mas não é inteiramente sobre eles que roda a notícia original, caso tenha acesso a ela.

0 Voto
Mostrar

Desktop para sempre

Eu falo por mim e digo que não me parece que deixe o meu desktop para ter apenas portátil e/ou smartphone. Embora tenha tido portáteis nos últimos 10 anos, nunca dispensei o desktop que oferece performance e expansibilidade/upgrades que o portátil nunca poderia oferecer. O portátil é uma ferramenta de trabalho muito poderosa que aproveito para algum lazer (filmes, séries e alguns jogos mais fracos) mas o computador fixo continua e continuará nos próximos tempos como computador principal.

0 Voto
Mostrar

Re: Desktop para sempre

Repare que a sua resposta prende-se demasiado ao passado e ao presente.
O que se diz é que o daqui há três anos o desktop passa a ser irrelevante e não que hoje o desktop passou a ser irrelevante ou ainda que com um desktop e um laptop actual, o desktop passa a ser irrelevante.

O que se diz é que "(a forma como os laptops estão a evoluir vai fazer com que) daqui há 3 anos o desktop passa a ser irrelevante".

Como as coisas são actualmente, para determinadas tarefas, não troco o desktop pelo laptop.

0 Voto
Mostrar

Re: Desktop para sempre

Repare que a sua resposta prende-se demasiado ao passado e ao presente.
O que se diz é que o daqui há três anos o desktop passa a ser irrelevante e não que hoje o desktop passou a ser irrelevante ou ainda que com um desktop e um laptop actual, o desktop passa a ser irrelevante.

O que se diz é que "(a forma como os laptops estão a evoluir vai fazer com que) daqui há 3 anos o desktop passa a ser irrelevante".

Como as coisas são actualmente, para determinadas tarefas, não troco o desktop pelo laptop.

0 Voto
Comentar
Quer participar na discussão
Registe-se ou faça Login
*
5000 caracteres disponíveis

Os comentários deste site são publicados sem edição prévia. Respeite as nossas Termos de utilização.

Newsletters

Subscreva a nossa newsletter diária com as útilmas novidades do mercado aqui:

mail
newsletters
NAS BANCAS
Exame Informática 203, maio de 2012

Exame Informática 203, maio de 2012

Será o 4G capaz de substituir os acessos de banda larga fixos? Fique a conhecer a tecnologia LTE ao pormenor e quais as vantagens e o desempenho desta nova geração de redes móveis.