Reino Unido também vai ter lei de corte da Net para piratas - Exame Informática

Reino Unido também vai ter lei de corte da Net para piratas

O Secretário de Estado da Economia do Reino Unido anunciou que, a partir de 2011, vai ser aplicada a lei que prevê o corte de acesso à Net para quem persista em fazer downloads ilegais.

28/10/2009 10:33:53

De download em download, até ao corte final
 

Segundo a BBC, a nova lei anti-pirataria prevê o envio de dois avisos para quem descarrega da Net conteúdos sem autorização de quem os produz ou distribui.

Os destinatários que não respeitem os dois avisos e persistam em descarregar conteúdos pirateados arriscam-se a ver os acessos à Net cortados.

A aplicação da nova lei já mereceu o apoio dos produtores de multimédia e software, mas alguns servidores de acesso à Net já trataram de lembrar que não se sentem bem na pele de fiscais do download.

Apesar da promessa feita ontem, o secretário de estado da Economia britânico não especificou a duração que os "cortes compulsivos" dos acessos à Net podem vir a ter.

Concorda com a lei do "corte de acessos à Net"? Acha que devia ser aplicada em Portugal? Diga o que pensa.

Palavras-chave do artigo
downloads, internet, pirataria, reino unido

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Talvez sim, talvez não...

Fazendo uma comparação (talvez um pouco) radical, é como se tivessem a penalizar o consumidor de droga e deixarem impunes os traficantes e os cartéis.
Não quero com isto dizer que quem faz downloads ilegais o faça por necessidade senão vai ter uma ressaca, mas se os conteúdos estão até bastante acessíveis, é quase impossível não existirem os downloads ilegais. Por sua vez, se identificassem a origem dos ficheiros e mais importante ainda, quem os colocou online, o combate à pirataria seria muito mais eficaz.
Afinal de contas existem mais piratas ou utilizadores a fazerem os downloads ilegais?
Não servindo de desculpa para cometer o crime de tirar conteúdos ilegalmente da internet, o preço que normalmente os programas, jogos, filmes, etc. são colocados à venda acabam por ser outro grande incentivo à partilha ilegal de conteúdos. As editoras de software e conteúdos multimédia que experimentem a colocar preços baixos nos seus produtos e com certeza que irão ver os seus lucros a aumentar.
Acho uma afronta que um jogo possa custar mais de 15% do ordenado mínimo nacional, no entanto há o ditado popular que diz: "Quem não tem dinheiro não tem vícios",

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Como?

Depois vão-se queixar que não têm clientes...

Quanto a esta suposta "lei"... só uma coisa: disparate autêntico!

Isto é uma risota!

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Re: Como?

Concordo. Se fossem mas era "atrás" das fontes da pirataria ou de quem faz negócio (vendas ilegais) com ela é que faziam bem :)

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