Smartphones hiper-rápidos - Exame Informática

Smartphones hiper-rápidos

Os processadores que alimentam os telemóveis estão cada vez mais rápidos. A Qualcomm pretende colocar no mercado um CPU a 1,5 GHz.

11/01/2010 10:31:46

 

Neste momento, o processador para smartphone mais rápido do mercado é o Qualcomm Snapdragon a 1 GHz, o modelo que alimenta o telemóvel Google Nexus One. Todavia, a empresa pretende lançar versões ainda mais rápidas.

De acordo com a Gizmodo, a Qualcomm anunciou dois novos modelos na CES. Um deles é o Snapdragon 8X50A, um chip construído num processo de fabrico de 45 nm que funciona a 1,3 GHz. Mas a grande novidade é o 8X72, um CPU com dois núcleos que funciona a 1,5 GHz.

A Qualcomm afirma que o modelo com dois núcleos é indicado para smartphones e não apenas para smartbooks.

Vê utilidade em ter CPUs para smartphones tão poderosos quanto os de portáteis?

Palavras-chave do artigo
CPU, Qualcomm, Smartphones, Snapdragon

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Smartphone -> PC

Estamos a caminhar num sentido em que qualquer dia temos uma dock no escritório em que se coloca o nosso dispositivo de comunicações móveis e em que se conecta todos os periféricos normais de um PC (rato, teclado, monitor, colunas, etc.).
Basicamente o conceito de computador de bolso está a assumir uma realidade cada vez mais crescente. Não há de tardar que isto seja uma realidade para a execução de tarefas menos exigentes em termos de recursos de hardware extensivo.
Basta pensar que já andamos com pequenos computadores no bolso com poder equivalente àquelas torres que há uns anos correram o Windows 98 SE.

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Re: Smartphone -> PC

Até mais... Com processadores de 1.5Ghz já muitos de nós executávamos o XP... Basta que tenha pelo menos 256MB de RAM

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Claro que sim

Acho que a resposta é mais que óbvia! Com o crescente desenvolvimento do mercado dos ultraportateis e smartphones, o segundo maior problema é ter hardware que permita as aplicações serem executadas com fluidez... O mais irritante num smartphone é o desempenho quando se executam aplicações demasiado pesadas, como GPS, leitores e vídeo e páginas web. Por vezes demoram muito a carregar e a utilizar, ou se for como o meu, de vez em quando pura e simplesmente crasha...

Desde que associado com memória RAM q.b. isto é ouro sobre azul para todos os amantes da mobilidade.

Claro que há sempre o senão da autonomia que não falaram nesta noticia. É este o principal defeito destes dispositivos. Basta uma pessoa executar uma aplicação que utilize o GPS e a Internet, para vermos a duração da bateria ser reduzida para umas 6h (Experiência própria com o Nokia 5800XM).

Deviam investir noutro tipo de bateria que aguente todas as funcionalidades do smartphone em full load a correr ininterruptamente durante pelo menos 24h. Acho que é o mínimo razoável...

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Tempo de vida da Bateria

Não te preocupes que eles já estão a tratar disso,
Os próximos dois processadores da Qualcomm já são construídos com uma arquitectura mais pequena, e portanto, gastam muito menos energia... O primeiro (1,3Ghz) ainda é lançado este mês...
Mais para a frente, também os ecrãs e restante hardware vão sofrer grandes modificações, que vão permitir poupar mais energia.
As baterias não devem ser esquecidas, e por isso além da energia poupada pelos outros componentes, que já aumentam bastante o tempo de uso do aparelho, também um aumento da energia contida nas baterias, deve ser suficiente para pelo menos 10-12 horas de uso intensivo.

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