O Bluebelt II tem um preço imbatível e é indicado para quem anda à procura do primeiro smartphone. O Nokia N97 é, sem dúvida, para quem é fã incondicional das redes sociais e que adora tirar fotos com o telefone. O iPhone é obrigatório para os "adeptos da maçã", dos vídeos, da música, da Net e, claro, para os que não passam sem ter aplicações novas para experimentar. Podia ser melhor na produtividade e ter um preço mais convidativo.
O HTC Hero é a nossa escolha como terminal mais completo. Tem design, capacidades de hardware e uma experiência de utilização excelente muito devido à interface Sense. No Hero quase não é preciso sair dos menus principais para o resto do sistema operativo. Por isso, é tão simples de controlar apenas com os dedos.
O mesmo podemos dizer para a configuração dos vários componentes do telefone. A conectividade é simples de controlar e quase não temos de fazer nada. Quando testámos, considerámos que a configuração do Wi-fi poderia ser mais simples - visto não existir nenhum botão directo para essa função.
Não houve problema, no Android Market (a loja) descarregámos um widget que colocou um botão directamente no ecrã de entrada. Claro que há coisas a melhorar. O teclado digital é um deles. É pouco reactivo. Outro componente a precisar de melhorias, e rapidamente, é a navegação Web. É preciso agir e fazer com que o Hero (e outros telefones com Android) consigam carregar os sites de forma mais rápida.
Apesar destes "pequenos" problemas, o Hero é um smartphone muito completo, principalmente para quem procura uma ferramenta de produtividade. Ah! E o preço é muito competitivo para um smartphone com estas características.
Hoje telemóvel, amanhã smartphone
HTC Hero
Bluebelt II
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